sábado, 30 de outubro de 2010

Maradona! Parabéns....

Pode não ter sido um exemplo de vida para muitos, mas faz hoje 50 anos que nasceu o maior génio para o futebol num país chamado Argentina.
Maradona era diferente, os jogos em que participava tinham outro interesse, eram mais bonitos, ele fazia a diferença. Há 50 anos, nasceu um génio, um astro, um Deus para o futebol. Tem, em minha opinião e como homem, o mérito de assumir os seus erros, os excessos e de pedir desculpas por aquilo que estava para além do futebol.
Dificilmente nascerá outro "Maradona", mas este vai ficar na memória de todos aqueles que tiveram o privilégio de o ver jogar futebol. Os adeptos, o Mundo e em especial a Argentina estão gratos pelos bons e inesquecíveis momentos que proporcionou ao mundo do futebol. Diego Armando Maradona é inigualável e o melhor futebolista de todos os tempos....
PARABÉNS e obrigado Diego Armando Maradona.  
Eduardo Dias

sábado, 23 de outubro de 2010

Espanha / SCUTS! A minha indignação/solidariedade.

Como já tenho dito anteriormente não sou muito dado a patriotismos ou mesmo saudosismos. A história está feita (até aqui), devidamente catalogada (escrita nos livros) e permanece ao longo dos tempos. Actualmente estamos a escrever uma das páginas mais negras da história, mesmo em democracia (já vi ditaduras bem melhores), e é com muita mágoa que vejo autênticas barbaridades, irresponsabilidades, ganância, desnorte etc. de quem lidera este país, e que aplica uma taxa/coima a um turista Espanhol (ou de outro país) para vir dar um passeio a Portugal.
As portagens nas SCUTS, penalizam os portugueses, mas em minha opinião, muito mais os turistas que se deslocam ao nosso país (uma das grandes fontes de riqueza de Portugal : o turismo).
Amigos Espanhóis, são 77 euros para entrar neste ?maravilhoso País? para ir da Galiza ao Porto. Agora, têm 90 dias para gastar o dinheiro aplicado nas SCUTS, caso contrário, este dinheiro reverte a favor deste ?maravilhoso País?.
Se eu, quando quiser ir a Espanha (País da UE) comprar umas couves, uns pacotes de leite com cálcio, uma garrafinha de óleo e um frasquinho de feijão frade, COM UMA TAXA DE IVA A 4%, ao contrário do meu País que quer aplicar a taxa de 23% (nestes produtos p.ex.), e me aplicassem uma "taxa/castigo" de 77€ para entrar no País, eu nunca mais queria ouvir falar em Espanha.
Agora, imaginem o estado de espírito dos espanhóis ou mesmo de outros países que visitam Portugal de carro.
Agora pergunto eu: Para medidas tão irresponsáveis como esta, será ignorância, boicote aos turistas, ressentimentos do passado, falta de cultura política, falta de visão de futuro ou mesmo um sufoco financeiro que obriga a ROUBAR, para além dos portugueses, também os turistas?
Já não percebo este país! Não, os políticos deste país. Tenho pena, os "Filipes" não terem ficado por cá e talvez agora tivessemos a Ibéria, como já falei anteriormente.
São medidas irresponsáveis e lamentáveis que vão denegrir cada vez mais este País. Também pode ter sido uma ideia "turva" de um "iluminado" político português que pensou: Como França fica muito longe (dos espanhóis aqui da raia) têm que vir a Portugal, então vamos "sacá-los" ao máximo. Lamentável.....
Nota: Não estou a denegrir ou a dizer mal do meu país, mas não aceito nem acredito na forma como ele tem sido conduzido nos últimos e talvez nos próximos anos por homens, DOTADOS DE RAZÃO, penso eu.
A minha solidariedade para com os Turistas que visitam Portugal.
Eduardo Dias

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

O meu BENFICA CAMPEÃO.

Adoro o meu Benfica. Sempre fui do Benfica. Sócio há quase 25 anos e por norma apoiante de quase todas as decisões que são tomadas neste emblemático clube, em especial por esta última direcção, também tenho o direito de discordar com alguns apelos efectuados pelo Presidente.
O último deixou-me boquiaberto e de forma alguma posso concordar com ele. O boicote, por parte dos adeptos, aos jogos do meu Benfica fora do Estádio da Luz. O Presidente Luís Filipe Vieira excedeu-se. Pior ainda foi boicotar, ou melhor, pressionar os adeptos a não se deslocarem aos estádios dos clubes "mais pequenos" e abrir uma excepção para a deslocação ao Estádio das Antas. Embora não concorde, mas se fosse o contrário, ainda se tolerava, face aos últimos acontecimentos que têm surgido para os lados do Porto.
Agora, pedir aos adeptos para não se deslocarem aos estádios de clubes que têm um bom relacionamento com o Benfica, e que para eles é uma lufada de ar fresco nas suas finanças, não posso concordar.
O Benfica é maior que todas estas "guerrinhas" de bastidores e não são os adeptos, o clube ou mesmo os outros clubes a pagarem por escaramuças entre direcções, presidentes e concelhos de arbitragem.
O meu apelo é que todos os benfiquistas continuem a apoiar o nosso Benfica campeão, independentemente onde ele jogue ou se desloque em nome do desporto, do futebol e do nosso grande clube.
Com todo o respeito pelo Presidente Luís Filipe Vieira, pelo qual nutro estima e admiração, não posso concordar com esta decisão.
Força BENFICA......
Eduardo Dias

domingo, 10 de outubro de 2010

Mais uma "guerra" num país de incultos... Sector público/sector privado.

Já não bastavam as guerrinhas parvas e sem fundamento entre Norte/Sul, Lisboa/Porto, Benfica/Porto, entre outras, para agora nascer mais uma: Sector público/sector privado. Face às medidas de austeridade que vão ser impostas pelo governo ao sector público, tenho lido, ouvido e assistido a vários comentários de algumas pessoas que louvam essas medidas, considerando-as ainda brandas de mais. Já vi expressões do tipo: "É bem feito", "essa gente ainda merecia mais", " a função pública não produz nada", "são os responsáveis pela ruína do país" etc,...
Estas pessoas, incultas e ignorantes, esquecem-se que o sector público/privado se complementam um ao outro e ambos são necessários. Saúde, ensino, segurança, protecção social, entre outros, a preços reduzidos são assegurados pelo Estado que inclui o sector público. O sector privado usufrui destas regalias, embora também paguem impostos e efectuem os seus descontos.
A fuga aos impostos do sector público, deve andar próximo dos 0%, enquanto no sector privado é monstruosa devido aos ordenados mínimos fictícios, aos envelopes por baixo da mesa, às caixas registadoras abertas, aos molhos de notas nos bolsos, etc...
Não estou de forma nenhuma a defender o sector público nem a "atacar" o sector privado, mas sim a alertar alguns incompetentes e mal formados que se manifestam de forma arrogante contra quem trabalha e dá o seu melhor, mas que tem a infelicidade de ser funcionário do Estado.
Não vale a pena "cantar de galo", porque estas medidas vão-se reflectir em ambos os sectores e para o comprovar, vamos deixar passar algum tempo.
Como dizia Teófilo Braga, "o país de incultos e incompetentes", pouco melhorou em minha opinião, e mantém-se em pelo menos uma boa parte da sociedade.
Eduardo Dias


terça-feira, 14 de setembro de 2010

Nem tudo o que é português é bom...

A Galp, conceituada empresa petrolífera portuguesa, não para de nos surpreender!
Pena é que seja sempre pela negativa e com um único objectivo: explorar, sacar, e roubar ao máximo os seus clientes.
Além de ter o monopólio dos combustíveis em Portugal e liderar sempre os injustificados aumentos sem que seja repreendida (só a Autoridade da Concorrência é que não vê a cartelização que existe), opta sempre por medidas e atitudes em que o mais prejudicado é sempre o consumidor final.
Começou por comprar pequenos postos de combustível de revendedores, que lá iam fazendo um descontozito de 5 cêntimos/litro, de forma a aumentar o seu monópolio e gastar assim alguns dos seus milhões (são tantos que por vezes têm alguma dificuldade em aplicá-los) prejudicando o consumidor final. 
Mais recentemente a Galp teve uma ideia brilhante: vender combustíveis "low coast" sem aditivos, mais baratos e menos poluentes, o que é sempre bom para todos. Até aqui tudo bem, mas o problema é o local onde instalou a primeira bomba "low coast": Em Setúbal, junto às do Jumbo.
É a prova que a Galp pode vender mais barato, mas não tem o mínimo interesse em servir bem os seus clientes, visando unicamente o lucro. Faz jogo sujo e concorrência desleal com aqueles que têm respeito pelos consumidores  (quem abastece nas bombas do Jumbo não é obrigado a fazer compras no Hiper).
Sinto uma falta de respeito desta empresa pelos seus consumidores, que a colocaram no patamar em que está, que optei por mudar e dizer NÃO à Galp, independentemente de ser portuguesa. Uma mudança de atitude só lhe ficava bem, todos ganhavam, inclusivé a própria Galp.
( Pelo meio disto ainda se meteu o triste e repugnante negócio das vuvuzelas,mais uma vez com prejuizo para o consumidor final)
Eduardo Dias   

sexta-feira, 25 de junho de 2010

A minha homenagem a José Saramago...



Fiquei incrédulo com as reacções de muitos portugueses à morte de José Saramago! Não percebi!

Acusado de saír do País, de defender uma federação Ibérica ou mesmo de não dizer bem de Portugal, e claro de ser apoiante do partido comunista. Em minha opinião este é que era o principal problema.

Pergunto eu?

Será melhor dizer bem ou fazer bem? É sem dúvida fazer bem.

Saramago sempre fez bem e colocou o país no mais alto patamar da cultura mundial. São pessoas como estas que dignificam o país, que o dão a conhecer ao mundo, que o fazem crescer e que o colocam no topo da pirâmide mundial, neste caso da literatura. Aos portugueses que o criticaram e preferem glorificar e adorar maus políticos, corruptos e mentirosos, que em vez de fazer bem dizem bem, não tenho palavras para eles.

José Saramago sempre disse o que pensava, defendeu os seus ideais e não contribuiu de certeza nem colocou o país na lama nem na vergonha mundial que actualmente atravessa. Ele não contribuiu para a degradação histórica de uma Nação, antes pelo contrário, elevou-a ao máximo.

José Saramago vai ficar na história como um dos maiores vultos da cultura portuguesa, recordado e reconhecido em todos os cantos mundo, nesta sua passagem pela vida. Os outros adorados por alguns portugueses serão certamente esquecidos e ignorados.

Aos que o criticam, não vou responder, mas cada um é livre de dizer o que pensa e de defender os seus ideais.

Se Saramago defendia uma federação ibérica, eu vou mais longe e defendo uma união dos dois países num único só que até poderia ter o bonito nome de... Ibéria. Não são os orgulhosos e os patriotas que glorificam e fazem crescer um país. A história está escrita nos livros, está documentada e Portugal, ao que parece não a sabe preservar....

A José Saramago....


Eduardo Dias

quinta-feira, 13 de maio de 2010

Nokia e Mazda: desrespeito total e falta de lealdade pelos seus clientes...



Irrita-me profundamente quando as marcas/empresas não cumprem com as regras básicas de boa educação ou para fugir aos seus compromissos incriminam com desculpas esfarrapadas os seus clientes. Estes dois casos aconteceram-me recentemente com a Mazda e com a Nokia.


A Mazda não mostra o mínimo respeito pelos seus clientes, a não ser quando se trata de vender veículos. No meu caso, devido a um pequeno problema, identificado pela marca (chapeleira da mala da Mazda 6), tanto a Santogal como a Mazda Portugal não se dignam a responder a um mail (quando responderam, ao fim de muito insistir foi a dizer que iam ver o caso e nunca mais) ou uma carta registada. Os seus responsáveis acobardam-se atrás dos computadores e dos telefones mostrando um desrespeito e uma falta de educação para com os seus clientes. Desde Setembro que ando a tentar resolver o meu problema, e não me conseguem dizer: Desculpe mas não conseguimos resolver o seu problema, ou, vamos resolver o seu problema. Estou desiludido com os responsáveis da Mazda, os quais considero irresponsáveis, mal formados e sem o mínimo interesse em defender a marca. O meu alerta para quem pensa em comprar um Mazda.


O segundo caso tem a ver com a Nokia. Um telemóvel Nokia X3 que comprei, ao 2º ou3º dia começou com alguns pequenos problemas, mas pouco relevantes. Um mês e meio depois, enviei-o à Nokia porque estava na garantia (não tinha o mínimo risco ou dano visível). Passados uns dias é-me devolvido pela Nokia, como tendo "a placa central empenada e assim perdeu a garantia".

Gastei 140 euros e fiquei sem telemóvel.

A Nokia usa por sistema duas avarias tipo: Placa central empenada ou humidade no interior do telemóvel, para fugir aos seus compromissos, nomeadamente a garantia. Isto foi-me confirmado por um responsável de vendas de uma loja de telemóveis. São irresponsáveis e não mostram o mínimo interesse nos seus clientes. Se a moda pega para os LCD, plasma e outros electrodomésticos, estamos desgraçados. Nokia, nem pensar e um alerta a todos os que estão a pensar comprar algum.

A Mazda e a Nokia, eram duas marcas em que confiava plenamente, mas, talvez não por elas mas sim pelos seus responsáveis perdi toda a confiança e não aconselho.


Eduardo dias