quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Campanha eleitoral/polémicas da treta


Gosto de política, assumo. Mas repugna-me a mediucridade com que os nossos políticos fazem a campanha eleitoral, para já não falar da forma como têm governado o País.

Lamechices para aqui, polémicas para acolá e não passam disto.

A última são as escutas, mas não vou por aí. Em minha opinião o Presidente da República tem uma cota parte da culpa quer pelo "timing", quer pela forma como tem conduzido/permitido a polémica.

A que eu gosto mesmo é do TGV. E se querem saber a minha opinião, sou 100% a favor. E porquê?


Porque cada vez mais o transporte ferroviário se afirma como transporte de excelência, mesmo para grandes distâncias, mas, numa condição: Tem que ser rápido, seguro e pontual. Isto consegue-se com o TGV. As linhas já existentes ficam para os regionais, os alfas e o transporte de mercadorias (que anda nas horas da amargura) que tem uma média horária do pior que existe na Europa. O transporte ferroviário só é rentável nos suburbanos, na alta velocidade (TGV) e a aposta no transporte de mercadorias com diversos entrepostos.

Será que os políticos têm noção disto? Penso que não.


Cada uma das principais forças políticas puxa para seu lado. Lamentável!
Depois dos investimentos já feitos, dos fundos disponibilizados, dos acordos existentes, não vejo motivos para interromper o projecto. (Atenção que não sou do PS nem apoio as suas políticas). O investimento é grande, mas, é uma oportunidade única e há outros investimentos, onde se pode poupar dinheiro, como por exemplo nas auto-estradas já projectads e que não são necessárias, pelo menos a curto prazo.

Mas é assim, são os políticos que temos.



Assim, não é fácil conquistar eleitores e fazer com que as pessoas acreditem e gostem de política.


Esperamos pelos próximos capítulos e polémicas, claro...









Eduardo Dias
















sábado, 12 de setembro de 2009

As vantagens do final das férias


Numa altura em que anda (quase) toda a gente com a moral em baixo por causa da gripe, da crise económica, da seleção de futebol, da política, do Sócrates e seus amigos, junta-se ainda o final das férias, o que deixa o país completamente de rastos.

Vamos levantar a cabeça, pensar positivo, acreditar e pensar nas vantagens do final das férias.

As ressacas diminuem drásticamente, tal como as noitadas umas atrás das outras. Terminam aquelas grandes jantaradas, por vezes de difícil digestão, que contribuem de que maneira para o pneusito, para a barriguinha e até uns quilos a mais. É altura de equilibrar os orçamentos já que terminou a "desbunda" de gastos exagerados nos bares, nas lojas, nos divertimentos, etc. Também já não temos que dispender daquele esforço físico a enfrentar as ondas, por vezes frias, assim como tirar a areia do chinelo vezes sem conta durante o dia. Terminam os enjoos nas brincadeiras de barco. As idas aos bares são mais selectivas (para alguns).


Há muitas outras, mas fico por aqui, vamos então voltar à rotina a que já estamos habituados, certinhos, portar bem, levantar a moral e pensamento posítivo. Vamos esquecer a crise, as taxas de juro, o preço do petróleo, e deixarmo-nos de lamechices porque já não falta tudo para as férias do próximo ano. Vamos viver o ano tranquilamente, moral em cima e acreditem que pensar e agir assim faz bem ao ego.


Um bom ano de trabalho!


Eduardo Dias